Num caminho invisível envolto em escuridão
E acompanhado por advenas, gélidas brumas
A verdade que voa sozinha, cega e sem paixão
Deixa cair um rasto frágil de luz e lágrimas.
A verdade que invoca lágrimas de meus olhos
A verdade que voa indiferente ao meu coração
A tua maldita verdade, cruel e hedionda,
Que nunca me pertençe.
(Verdadeiramente sem me pertençer)
Declarações de amor não trazem felicidade,
Apenas dor. Não me tocam por dentro.
Porque já não sonho nem acredito
Nas palavras gritadas num silêncio moribundo.
Já não acredito na verdade que me disseste
Num longínquo Inverno por mim imaginado.
Não posso ser una contigo nem com ninguém
A tua verdade sem nome nunca me pertenceu...
Nem mesmo eu...
16 de junho de 2009
Nameless Truth
Publicada por Carla Ramos à(s) 6/16/2009
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