CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

9 de fevereiro de 2010

Cai do meu peito a macilenta solidão
E enlameia teus palmilhantes pés
Nas páginas brancas da minha poesia.
No entanto, e sem espanto, falhas a tua própria criação poética.
O negrume dos teus cabelos percorre o céu;
O seu azul escurece nos teus olhos
E a neve pura esconde-se na escuridão estrelada.
Dois versos fizeram teus seios maduros
E um bastou para beijar o teu vale de amor:
Cálice de oiro e vinho embriagador,
Droga pessoal e feérica, teu olhar me seduz em páginas de negros versos
Numa auto-flagelação de luz.
A tua esbelta figura na paisagem se esbate
Como num quadro de artista maior;
Em palavras te enfeito com a minha paixão
E levanto ventos que espalham teu perfume na imensidão
Do meu quadro poético.

0 comentários: